Mostrando postagens com marcador arquitetura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arquitetura. Mostrar todas as postagens

16.11.10

hiato

Por que foges de mim, criatura.
Se te invento, é para meu próprio deleite.
Como posso agradar meu invento
Se ao menos tento, de alguma forma,
ver-te.

Com que intenção posso jurar amor por ti,
se com pequenos gestos, me pego em prantos por aí

Não é difícil se render aos teus devaneios,
se me seduzes com tuas promessas de um amor constante,
Tampouco não é fácil trair-te, com minhas próprias palavras,
nas quais cavalgam em liberdade, ante o pranto daquele que se entregou calado

Não é mais um doloroso parto,
São mortes constantes, são vidas vivas em mentes vívidas,

Ficou no passado o lapso de existência que projetei em ti,
Agora pertenço ao futuro de meus atos que me carregam a cada pôr do sol,
A inércia do presente é apenas o explendor da verdade,
na qual reluz com amor na face do criador.

9.10.09

observatório

Do transcendido ao transcender,
volto meus olhos construtivos para além.

Saio do além, para observa-lo.
Que possibilidades infinitas para contemplar,

Mas para tal, é preciso hábitos e meios para realização.
A arquitetura entra com a possibilidade, o usuário com a vontade.

E a imaginação?

25.9.09

inovar

Não há inovações na arquitetura, e sim no design.

O propósito arquitetônico entrelaçado com os costumes humanos congelaram!

A materialidade é tanta, que tiramos os olhos do SER, e lançamos prioridade ao TER.

Libertem-se da atmosfera limítrofe! Deixem o ser humano andar.