Por que foges de mim, criatura.
Se te invento, é para meu próprio deleite.
Como posso agradar meu invento
Se ao menos tento, de alguma forma,
ver-te.
Com que intenção posso jurar amor por ti,
se com pequenos gestos, me pego em prantos por aí
Não é difícil se render aos teus devaneios,
se me seduzes com tuas promessas de um amor constante,
Tampouco não é fácil trair-te, com minhas próprias palavras,
nas quais cavalgam em liberdade, ante o pranto daquele que se entregou calado
Não é mais um doloroso parto,
São mortes constantes, são vidas vivas em mentes vívidas,
Ficou no passado o lapso de existência que projetei em ti,
Agora pertenço ao futuro de meus atos que me carregam a cada pôr do sol,
A inércia do presente é apenas o explendor da verdade,
na qual reluz com amor na face do criador.
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16.11.10
9.10.09
observatório
Do transcendido ao transcender,
volto meus olhos construtivos para além.
Saio do além, para observa-lo.
Que possibilidades infinitas para contemplar,
Mas para tal, é preciso hábitos e meios para realização.
A arquitetura entra com a possibilidade, o usuário com a vontade.
E a imaginação?
volto meus olhos construtivos para além.
Saio do além, para observa-lo.
Que possibilidades infinitas para contemplar,
Mas para tal, é preciso hábitos e meios para realização.
A arquitetura entra com a possibilidade, o usuário com a vontade.
E a imaginação?
25.9.09
inovar
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