alteração
do
estado
racional
passional
talvez um pouco
sentimental
fruto
derradeiro
de uma dor
opcional
que nunca
finda
até que
sua alma
seja desfigurada
tornando-se
irreconhecível
22.11.10
16.11.10
hiato
Por que foges de mim, criatura.
Se te invento, é para meu próprio deleite.
Como posso agradar meu invento
Se ao menos tento, de alguma forma,
ver-te.
Com que intenção posso jurar amor por ti,
se com pequenos gestos, me pego em prantos por aí
Não é difícil se render aos teus devaneios,
se me seduzes com tuas promessas de um amor constante,
Tampouco não é fácil trair-te, com minhas próprias palavras,
nas quais cavalgam em liberdade, ante o pranto daquele que se entregou calado
Não é mais um doloroso parto,
São mortes constantes, são vidas vivas em mentes vívidas,
Ficou no passado o lapso de existência que projetei em ti,
Agora pertenço ao futuro de meus atos que me carregam a cada pôr do sol,
A inércia do presente é apenas o explendor da verdade,
na qual reluz com amor na face do criador.
Se te invento, é para meu próprio deleite.
Como posso agradar meu invento
Se ao menos tento, de alguma forma,
ver-te.
Com que intenção posso jurar amor por ti,
se com pequenos gestos, me pego em prantos por aí
Não é difícil se render aos teus devaneios,
se me seduzes com tuas promessas de um amor constante,
Tampouco não é fácil trair-te, com minhas próprias palavras,
nas quais cavalgam em liberdade, ante o pranto daquele que se entregou calado
Não é mais um doloroso parto,
São mortes constantes, são vidas vivas em mentes vívidas,
Ficou no passado o lapso de existência que projetei em ti,
Agora pertenço ao futuro de meus atos que me carregam a cada pôr do sol,
A inércia do presente é apenas o explendor da verdade,
na qual reluz com amor na face do criador.
2.9.10
céu
Proclamo minha dependência.
Anuncio para os céus que preciso de vossa compahia.
Que bela amiga aquela estrela no céu,
brilha sempre a me guiar,
e por não querer julgar,
fez-me te amar,
Essa escuridão silenciosa,
por hora apenas cuidadosa,
quer bem daquele filho que da luz partiu,
Agora que tudo tem forma,
agora que tudo se deforma,
entendo que apenas o amor importa.
Anuncio para os céus que preciso de vossa compahia.
Que bela amiga aquela estrela no céu,
brilha sempre a me guiar,
e por não querer julgar,
fez-me te amar,
Essa escuridão silenciosa,
por hora apenas cuidadosa,
quer bem daquele filho que da luz partiu,
Agora que tudo tem forma,
agora que tudo se deforma,
entendo que apenas o amor importa.
26.8.10
16.8.10
água
Sim, estou suando lirismo,
meus poros dizem por mim o que minha razão não mais consegue,
E toda dor se converteu em cor,
bem na hora em que ja não acreditava mais se o sol ia se por,
agora vejo seu movimento translado, rotineiro
como aquele amor que sempre aparece, nas noites frias
que acompanha teu pensamento e abriga tua alma
cadê tu sereia dos mares, que tem me feito brilhar
vou te procurar no fundo de minhas lembranças,
pra ter certeza de que foi você, aquela que me prometeu amor eterno.
meus poros dizem por mim o que minha razão não mais consegue,
E toda dor se converteu em cor,
bem na hora em que ja não acreditava mais se o sol ia se por,
agora vejo seu movimento translado, rotineiro
como aquele amor que sempre aparece, nas noites frias
que acompanha teu pensamento e abriga tua alma
cadê tu sereia dos mares, que tem me feito brilhar
vou te procurar no fundo de minhas lembranças,
pra ter certeza de que foi você, aquela que me prometeu amor eterno.
28.7.10
quiméra
sonhos rasgados,
esboços delirados,
guardados..
quando a alma não mais cabe na caixa crâniana,
e sufocante implora por liberdade,
ouço o grito alarmante do meu corpo exitando em perdê-la,
como se fosse um compromisso etérno, essa débil união..
não perecerá diante o tempo,
mas perante a própria inquietude,
que irá colocar fim na duração,
a possibilidade se tornou realidade,
mas essa era ilusória e não durou,
resta saber se as possibilidades são como um feixe luz..
esboços delirados,
guardados..
quando a alma não mais cabe na caixa crâniana,
e sufocante implora por liberdade,
ouço o grito alarmante do meu corpo exitando em perdê-la,
como se fosse um compromisso etérno, essa débil união..
não perecerá diante o tempo,
mas perante a própria inquietude,
que irá colocar fim na duração,
a possibilidade se tornou realidade,
mas essa era ilusória e não durou,
resta saber se as possibilidades são como um feixe luz..
15.7.10
epifânia urbana
Somos parasitas de um organismo maior.
É uma relação de troca de favores, o homem atribui vida à cidade ao passo que a cidade atribui possibilidades para o homem, que vive.
É uma relação de troca de favores, o homem atribui vida à cidade ao passo que a cidade atribui possibilidades para o homem, que vive.
inconsciente
E na reta dos saberes,
ao qual esse espaço se desenrola,
existe um espaço ao qual não é acessível conscientemente,
é o vazio,
é o que não foi pensado.
tal motivo transforma a linearidade em looping,
espirais, vórtices que canalizam a busca
transcende a vontade de escrever e se eterniza no pensar,
ao qual sempre retorna para estampar no cosmos,
a exaustiva natureza humana de questionar,
fazendo da dúvida, poesia
e da certeza... ?
ao qual esse espaço se desenrola,
existe um espaço ao qual não é acessível conscientemente,
é o vazio,
é o que não foi pensado.
tal motivo transforma a linearidade em looping,
espirais, vórtices que canalizam a busca
transcende a vontade de escrever e se eterniza no pensar,
ao qual sempre retorna para estampar no cosmos,
a exaustiva natureza humana de questionar,
fazendo da dúvida, poesia
e da certeza... ?
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